Deixem lá o mal e porcamente, que é delicioso, mais divertido do que mal e parcamente. Também gosto da versão de Machado de Assis. Podemos usar todas, depende do contexto.
O povo é quem mais ordena e o povo decidiu que porcamente exprimia perfeitamente o que se pretendia dizer. São os falantes que fazem a língua, não os doutores. A expressão 'mal e porcamente' já está incluída na Infopédia e tudo.
Deixem lá o mal e porcamente, que é delicioso, mais divertido do que mal e parcamente. Também gosto da versão de Machado de Assis. Podemos usar todas, depende do contexto.
Pois, concordo! :)
O povo é quem mais ordena e o povo decidiu que porcamente exprimia perfeitamente o que se pretendia dizer. São os falantes que fazem a língua, não os doutores. A expressão 'mal e porcamente' já está incluída na Infopédia e tudo.
Confesso que nunca havia escutado o tal do parcamente. Ainda prefiro o porcamente.